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quinta-feira, 29 de novembro de 2012

GRITO DA INDIGENCIA

Longe do tempo
Mas perto do momento
Coberto por contradições
 
Não posso pedir consenso
Ao meu pensar
Sem fazer um plebiscito das ilusões
Irresponsabilidade
Não é nem uma novidade
Consciência
Também não  tenho
Porque minha memória é RAM e costuma trancar
Por ser pequena e eu não saber lidar
 
Não acredito em argumento
De parasita que teve êxito
Minha fé virou fantasma
E sumiu sem deixar vestígios
Para dar uma passagem de volta a esperança
Já que ninguém pode condenar a irresponsabilidade
Ajudo a crucifixar a verdade
Coisa da virtuosidade da minha loucura
Um delírio que evapora na clandestinidade
  
       (Orides Siqueira) 

Um comentário:

Cristina disse...

Te deseo un hermoso fin de semana y te dejo un abrazo.
Sentidas y profundas letras, un placer leerte.