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domingo, 11 de novembro de 2012

MORADOR DE RUA

Anda de cima para baixo
E vice verso
Sem voz nem espaço
 
Enriquecem gráficos
Da miséria
São  fleshs da falta de cultura
Não Tem cor nem etnia
Apenas  barriga vazia
Sem vaidade
Longe do consumismo
Deserdados  pelo  Deus do capitalismo
 
Suas existências
São pequenos fluxos
Onde tudo se confunde
Sujos e de parcas aparências
 
Vitimas de um progresso
Mal programado
Que  enriquece a poucos
E transforma milhares em favelados
 
      (Orides Siqueira)

2 comentários:

Cristina disse...

Una triste realidad plasmada en tus letras.
Un placer leerte, te dejo un fuerte abrazo!

Corpo-Alma disse...

Uma vergonha nacional tudo isso poeta, lamentavelmente esta é a nossa realidade. Abracos poeta!