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terça-feira, 3 de maio de 2011


OBAMA E OSAMA

Até o ar que se respira é assustador
Não se sabe se ruim é o morto ou o matador
Não se sabe qual é o retorno
Um quer ser e outro diz ser o dono

Um mata e profana
O outro era assassino de mente insana
O propósito é desconhecido
Estava em baixa, eleições e esquecido

Um era o maior lixo
O outro mata gente como bicho
Nos afogamos na realidade
Quem é o herói ou bandido de verdade

E como documento e dinheiro falsificado
Nem um vale nada são malfadados
Mata não enterra para respeitar religião
Se é religioso porque matou então


(Orides Siqueira)

Um comentário:

Jetro Fagundes disse...

Voce tem inteira razão nas
coisas em que escreves.
Estranho que o esforço pra
matar Bin Ladem tenha aumentado
nesses dias de popularidade zero
do Obama.
Causa espanto no planeta atitudes
assim de um país,
imperialista agridir
a soberania de um povo pra
cometer crimes justiceiros.

Foi assim que em Sarajevo começou
a primeira guerra mundial
quando o império austríaco
quis investigar por conta própria
o assassinato de um duque
que tinha inimigo em todo canto
Isso é muito perigoso,
nos causa espanto atitudes assim.
E comunidade internacional
não consegue se estarrecer.


Mas parabéns pelo poema,
voce foi magistral