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sábado, 8 de dezembro de 2012

O SUICIDIO DO NADA

A vida
executou um suicídio em parcelas
com espaço para poucas alegrias
e como contraponto todos os tormentos
Cegados por insanidades do dia a dia
.
Hoje a solidão  destruíu o tronco
onde escavava larvas para o alimento d”alma
Eo acumulo de ruidos e gaz carbono acabou minha calma
Como um sapatear ringido de um louco

Por ruas enpranhadas de tristeza
Com a plataforma de passos indevidos
Onde a esperança é colocar a bolsa no ombro
E procurar tesouros escondidos
,
sempre à espera de um trem que nunca chega
E um sonho que não se acaba
Entre labirintos perdido na memória
Naufragando em uma pacata e pauperrima história

Seria nescessario pular de todas os penhascos
Para tentar alcançar a luz da pré-história
E acabar como folhas amassadas
Sentindo náuseas do nada,
         (Orides Siqueira)

Um comentário:

Cristina disse...

Un placer leerte mi querido Orides, te dejo un fuerte abrazo.