
ERRO AO ACERTAR
Erro as vezes quando quero ser fraterno
Mas sempre acerto no que externo
As vezes preciso pedir perdão
Porque tenho meu próprio mata borrão
O que fiz já está feito
Embora me aperte o peito
Em pensamentos libidos que hei de ter
Neste meu imoderado querer
E na minha teimosice reside
Porque no dia a dia vem a lide
No meu ontem quis ser o agora
Mas minha impetuosidade me devora
Meu pensamento incitativo
Vivo de recordações, mais vivo
Minha vida inveterada
Em uma loucura imoderada
Minhas mãos não escrevem nada
Por esta dor esta bloqueada
Ainda restam vigores
Por o fervor dos meus amores
Carregado por um peso fraternal
De um amor angelical
(Orides Siqueira)
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